A terra que habitamos, à semelhança da Ilha Encantada de
Avalon, possui uma dimensão mítica. Trata-se do Jardim das Hespérides, esse
reino de mulheres poderosas do qual encontramos eco, por exemplo, na obra de
Dalila Pereira da Costa, Da Serpente à Imaculada.
As Hespérides são as Irmãs do Poente que vivem nas margens do grande Rio Oceano, herdeiras da antiga sabedoria da Atlântida. À semelhança das Irmãs de Avalon, as nove Morgens, também elas vivem numa terra de Maçãs, as Maçãs de Ouro da Imortalidade. Senhoras de um dos últimos redutos matriarcais, ao qual pôs termo Hércules, o herói patriarcal, destruidor da antiga ordem pacífica, igualitária e sustentável, centrada nos valores da Mãe…
As Hespérides são as Irmãs do Poente que vivem nas margens do grande Rio Oceano, herdeiras da antiga sabedoria da Atlântida. À semelhança das Irmãs de Avalon, as nove Morgens, também elas vivem numa terra de Maçãs, as Maçãs de Ouro da Imortalidade. Senhoras de um dos últimos redutos matriarcais, ao qual pôs termo Hércules, o herói patriarcal, destruidor da antiga ordem pacífica, igualitária e sustentável, centrada nos valores da Mãe…
O Templo das Hespérides, as Irmãs do Poente, inspirado no Templo
da Deusa de Glastonbury, é um projeto em incubação, lentamente ancorando na nossa
realidade. Enquanto não se manifesta completamente no plano físico, ele é
virtual, manifestando-se em alguns espaços onde decorrerão cerimónias e outros
trabalhos, que marcarão o ritmo da Roda do Ano das Hespérides e serão portais
para e o ancoramento da energia da Deusa.
É ambição deste
templo ir mais longe, congregando mulheres e homens que se sintam em sintonia
com a Sacerdotisa ou o Sacerdote da Deusa em si, criando uma teia de suporte da vida, de
condições para a criação duma verdadeira irmandade do coração com eficácia na
vida prática.
